Paris em 3 dias: roteiro, onde comer e quanto custa
Três dias, três bairros e os preços de 2026 confirmados um a um. Um roteiro para quem chega de Lisboa ou do Porto e quer ver Paris sem passar o dia em filas.
Fotografia: @chriskaridis / Unsplash
Em resumo. Em três dias vê-se o essencial de Paris: o Louvre e a Torre Eiffel no primeiro, a Île de la Cité e a margem esquerda no segundo, Montmartre e o Marais no terceiro. Sem voo nem hotel, conte com cerca de 90 € por pessoa e por dia, com uma entrada paga por dia e refeições simples (preços de outubro de 2026).
- bilhete de metro, RER ou comboio em toda a região
- 2,55 €
- Louvre para cidadãos da UE; 32 € para quem vem de fora
- 22 €
- por pessoa e por dia, sem voo nem hotel (exemplo)
- 90 €
Há uma forma de visitar Paris que cansa: atravessar a cidade três vezes por dia atrás de uma lista. E há outra, que é dar a cada dia um bairro e deixar que os monumentos venham por ordem. O Louvre e a Torre Eiffel ficam na mesma margem do rio e cabem num dia. A Île de la Cité, o Orsay e Saint-Germain cabem noutro. Montmartre e o Marais, no último.
Pelo caminho, as contas. Paris tem fama de cara e às vezes merece-a: um café custa mais 70% do que em Lisboa e uma imperial mais do dobro. Mas um almoço simples sai praticamente ao mesmo preço, as entradas dos grandes museus ficam abaixo dos 25 € e algumas das melhores vistas da cidade não custam nada.
Onde ficar em Paris pela primeira vez?
Dentro do anel do périphérique e nos bairros de número baixo. É aí que estão os monumentos e é aí que quase tudo se faz a pé ou com uma só linha de metro. Para uma primeira vez, estas são as zonas que melhor servem um roteiro de três dias.
Le Marais (3.º e 4.º bairros)
Ruas estreitas, a Place des Vosges, galerias e restaurantes até tarde. Fica a pé de Notre-Dame e do Louvre. Os hotéis são pequenos, e os quartos também.
Saint-Germain e Quartier Latin (5.º e 6.º)
A Paris dos cafés e das livrarias, junto ao Jardim do Luxemburgo. Mais calma à noite do que o Marais, com boa oferta de três e quatro estrelas.
Opéra e Grands Boulevards (9.º)
Menos pitoresca, mas muito prática: grandes armazéns, teatros e a linha 14 do metro (Madeleine, Saint-Lazare), que leva ao aeroporto de Orly sem mudanças.
Gare du Nord e Gare de l’Est (10.º)
Os preços descem e o RER B vai direto ao aeroporto Charles de Gaulle, mas a zona é menos agradável à noite. Serve para uma estadia curta.
Como ir do aeroporto para o centro?
Depende do aeroporto, e nas companhias low cost pode calhar qualquer um dos três. Um aviso que poupa uma multa: o bilhete normal de metro não serve. Para Orly e Charles de Gaulle há um bilhete próprio, de 14 € por viagem em 2026, que se carrega no telemóvel ou no cartão Navigo Easy.
| Aeroporto | Como | Tempo | Preço |
|---|---|---|---|
| Orly (14 km) | Metro linha 14 até Châtelet, Pyramides, Madeleine ou Saint-Lazare | cerca de 25 min | 14 € |
| Charles de Gaulle (25 km) | RER B até Gare du Nord ou Châtelet; de madrugada, autocarros Noctilien até Gare de l’Est | sem mudanças | 14 € |
| Beauvais (85 km) | Autocarro do aeroporto até Porte Maillot, com bilhete no site do aeroporto | mais de 1 hora | ver no site |
O autocarro direto Orlybus deixou de circular a 3 de março de 2025. Se alguém lhe disser para o apanhar, tem informação antiga.
O que fazer em Paris em 3 dias?
Os dias de fecho mandam na ordem: o Louvre fecha à terça e o Orsay à segunda. Encaixe o primeiro e o segundo dia à volta disso e o resto vem por si.
Manhã
O Louvre à hora de abrir
Chegue antes das 9h com o bilhete de hora marcada e entre pela pirâmide de vidro que I. M. Pei desenhou em 1989. Lá dentro, faça o contrário da multidão: veja primeiro a Gioconda, que à abertura ainda tem pouca gente à frente, e depois afaste-se dela. Na ala Richelieu, os apartamentos de Napoleão III, todos em veludo vermelho e lustres, costumam estar bem mais calmos. Três horas chegam para uma primeira visita; mais do que isso, o museu ganha-lhe.
Prático. 22 € para cidadãos da UE (32 € para quem vem de fora), grátis até aos 26 anos. Fecha à terça; quarta e sexta abre até às 21h.
Tarde
Das Tulherias ao Arco do Triunfo
À saída, o Jardim das Tulherias leva-o em linha reta até à Place de la Concorde, a praça onde funcionou a guilhotina durante a Revolução. Daí sobem-se os Campos Elísios a pé, cerca de meia hora sem pressa. No fim, vale a pena subir os 284 degraus do Arco do Triunfo: do terraço vê-se a estrela de doze avenidas que Haussmann redesenhou e a Torre Eiffel ali ao lado, coisa que da própria torre não se consegue ver.
Prático. 16 € de outubro a março; 22 € de abril a setembro (16 € à quarta). No inverno, aberto até às 22h30.
Noite
O Trocadéro e o brilho da torre
Ao anoitecer, apanhe o metro até ao Trocadéro (linhas 6 e 9) e ponha-se na esplanada entre as duas alas do Palais de Chaillot. É a vista de postal, com a torre inteira à frente e o Sena por baixo. Depois de escurecer, a torre cintila durante cinco minutos no início de cada hora, até à meia-noite ou à uma, conforme a época. Se quiser subir, compre o bilhete online e suba já de noite: a cidade acesa vale a altura.
Prático. Topo de elevador: 36,70 €. Até ao 2.º andar pelas escadas: 14,80 €.
Manhã
Notre-Dame e a Sainte-Chapelle
Comece pela ilha onde Paris nasceu. Notre-Dame reabriu em dezembro de 2024, mais de cinco anos depois do incêndio, e o interior de pedra clara surpreende quem a conhecia antes. A entrada na catedral é gratuita; as torres pagam-se à parte e só com reserva. A poucos minutos a pé, dentro do Palácio da Justiça, está a Sainte-Chapelle, que São Luís mandou construir para guardar a coroa de espinhos. Os vitrais do século XIII ocupam quase todas as paredes: vá numa manhã de sol, que é quando a capela se acende por dentro.
Prático. Torres de Notre-Dame: 16 €, só online. Sainte-Chapelle: 16 € para cidadãos do Espaço Económico Europeu, 23 € com a Conciergerie. Controlo de segurança à entrada; chegue à hora marcada.
Tarde
O Orsay e um café em Saint-Germain
Atravesse o rio pela Pont Neuf, a ponte mais antiga de Paris apesar do nome, e siga pelos cais até ao Orsay. O museu ocupa a estação construída para a Exposição Universal de 1900, e o relógio gigante da fachada ainda lá está. Os impressionistas estão no quinto piso, junto às costas desse relógio, de onde se vê Montmartre através dos ponteiros. Duas horas chegam. À saída, Saint-Germain-des-Prés fica a um quarto de hora a pé, para o café da tarde numa esplanada do boulevard.
Prático. 16 € online, 14 € na bilheteira. Fecha à segunda; à quinta abre até às 21h45. O museu está em obras: confirme o acesso antes de ir.
Noite
Uma hora de barco no Sena
Volte à ponta da Île de la Cité, à Square du Vert-Galant, de onde saem os barcos das Vedettes du Pont Neuf. Uma hora no rio ao cair da noite, com comentário em francês e inglês, é a melhor maneira de ver a cidade acesa sem cansar as pernas. Para jantar, as ruas à volta de Saint-Michel enchem-se de restaurantes com menus traduzidos em várias línguas; afaste-se duas ou três ruas da praça e a comida melhora.
Prático. 15 € online, 17 € no cais.
Manhã
Montmartre antes dos grupos
Montmartre pede manhã cedo. Saia na estação Anvers e suba as escadas até ao Sacré-Cœur, com Paris inteira aos pés. Depois vire as costas à Place du Tertre, cheia de pintores à espera de clientes, e procure a rue de l’Abreuvoir, a casa cor-de-rosa da Maison Rose e a vinha do Clos Montmartre, que ainda dá vinho e tem festa das vindimas em outubro. É a parte que lembra a aldeia que Montmartre foi até ser anexada a Paris, em 1860.
Prático. Basílica de entrada gratuita.
Tarde
O Marais a pé
Desça de metro até Saint-Paul e entre no Marais. A Place des Vosges, inaugurada em 1612, é a praça planeada mais antiga de Paris: arcadas, tijolo vermelho e um jardim onde se almoça sentado na relva. No número 6 viveu Victor Hugo, e a casa é hoje um museu. Para um almoço tardio, a rue des Rosiers, no antigo bairro judeu, tem um falafel famoso para comer de pé; para o resto da tarde, o Museu Carnavalet conta a história de Paris.
Prático. Maison de Victor Hugo e Carnavalet: coleções permanentes gratuitas.
Noite
Paris de cima e jantar num bouillon
Antes de escurecer, suba ao terraço dos Galeries Lafayette, no 8.º andar, de entrada livre: a vista vai da Ópera Garnier, mesmo ao lado, até à torre. Para jantar, procure um bouillon. Eram as cantinas dos operários do século XIX, de caldo e prato do dia a preço baixo, e voltaram à moda. O Chartier dos Grands Boulevards abriu em 1896, conserva a sala de espelhos e madeira, não aceita reservas e os empregados ainda escrevem a conta na toalha de papel.
Prático. Terraço: segunda a sábado 10h-20h, domingo 11h-20h; fecha com chuva ou vento forte. Chartier: todos os dias das 11h30 à meia-noite, pratos desde 7 €.
Voo direto de Lisboa para Paris: cerca de 2h30. Veja a estimativa do voo para as suas datas.
E se tiver mais um dia?
Com um quarto dia, saia de Paris. As duas escolhas clássicas ficam no fim de uma linha de RER e usam o bilhete normal de 2,55 €, porque desde 2025 ele vale para toda a região.
Versalhes
O RER C deixa-o na estação Versailles Château Rive Gauche, a poucos minutos do palácio. O bilhete Passport dá o palácio com hora marcada, os dois Trianons e os jardins, que pedem a tarde inteira. Evite a segunda-feira, dia de fecho do palácio.
Prático. Passport: 35 €. Com o Paris Museum Pass, reserva-se a hora sem pagar.
Disneyland Paris
Fica em Marne-la-Vallée, no fim do RER A, com a estação à porta dos parques. Os bilhetes têm preço por data e compram-se no site oficial; com crianças, chegue à abertura, que é quando as filas são menores.
Prático. Transporte: 2,55 € por viagem.
Onde comer bem e barato em Paris?
Em Paris come-se bem a todos os preços, e o truque para não gastar a mais é escolher onde se faz a refeição de sala. Ao almoço, muitos bistrôs servem a «formule», entrada e prato ou prato e sobremesa, por bem menos do que o mesmo jantar. Uma refeição num restaurante simples ronda os 16 €, praticamente o mesmo que em Lisboa; um jantar a dois num restaurante médio, sem vinho, anda pelos 70 €.
Duas regras da casa surpreendem quem vem de Portugal. A água da torneira em jarro é gratuita: peça «une carafe d’eau». E o serviço já vem incluído na conta, por isso a gorjeta é um arredondamento simpático e não uma obrigação. Ao balcão, o café custa menos do que sentado na esplanada.
- Croissant e pain au chocolat
- A boulangerie do bairro abre cedo e vende-os ainda mornos. Um pequeno-almoço de pé, ao balcão, por uma fração do preço do hotel.
- Jambon-beurre
- Meia baguete, fiambre e manteiga. É o almoço de dez minutos dos parisienses e o melhor teste a qualquer padaria.
- Steak frites
- O prato de bistrô por excelência. Diga «à point» se o quer rosado por dentro; «saignant» vem mal passado e «bien cuit» é bem passado, com o olhar desaprovador do empregado incluído.
- Soupe à l’oignon
- Cebola caramelizada em caldo, com pão e queijo gratinado por cima. Era a sopa da madrugada no antigo mercado de Les Halles e sabe melhor de outubro a março.
- Galettes e crêpes
- As galettes salgadas, de trigo-sarraceno, comem-se nas crêperies de Montparnasse, o bairro onde chegavam os comboios da Bretanha. As crêpes doces, de quiosque, comem-se a andar.
- Falafel na rue des Rosiers
- No antigo bairro judeu do Marais, em pão pita a transbordar. Uma das refeições mais baratas do centro e das mais concorridas.
Quanto custa uma viagem a Paris?
Num dia em Paris, o dinheiro vai mais depressa nos cafés e nas bebidas do que nas entradas. A tabela junta o que se paga neste roteiro, cada preço com a sua fonte, e a comparação com Lisboa mostra onde está a diferença.
| O quê | Preço | Fonte |
|---|---|---|
| Transportes | ||
| Bilhete de metro, RER ou comboio na região | 2,55 € | Île-de-France Mobilités |
| Navigo Jour, ilimitado durante um dia (sem aeroportos) | 12,30 € | Île-de-France Mobilités |
| Bilhete para Orly ou Charles de Gaulle | 14 € | Île-de-France Mobilités |
| Cartão Navigo Easy, onde se carregam os bilhetes | 2 € | Île-de-France Mobilités |
| Monumentos e museus | ||
| Louvre (cidadãos do Espaço Económico Europeu) | 22 € | Musée du Louvre |
| Torre Eiffel, topo de elevador | 36,70 € | Tour Eiffel |
| Torre Eiffel, 2.º andar pelas escadas | 14,80 € | Tour Eiffel |
| Musée d’Orsay, bilhete online | 16 € | Musée d’Orsay |
| Sainte-Chapelle (Espaço Económico Europeu) | 16 € | Centre des monuments nationaux |
| Arco do Triunfo, outubro a março | 16 € | Centre des monuments nationaux |
| Torres de Notre-Dame | 16 € | Centre des monuments nationaux |
| Versalhes, bilhete Passport | 35 € | Château de Versailles |
| Barco no Sena, uma hora, online | 15 € | Vedettes du Pont Neuf |
| Comer e beber (médias) | ||
| Refeição num restaurante simples | 16 € | Numbeo |
| Jantar para dois, restaurante médio, sem bebidas | 70 € | Numbeo |
| Cappuccino | 4,51 € | Numbeo |
| Imperial de 0,5 l | 7 € | Numbeo |
Paris ao lado de Lisboa
| O quê | Paris | Lisboa |
|---|---|---|
| Cappuccino | 4,51 € | 2,70 € |
| Imperial de 0,5 l | 7 € | 3 € |
| Refeição num restaurante simples | 16 € | 15 € |
| Jantar para dois, restaurante médio | 70 € | 55 € |
Um dia em Paris, por pessoa
| Navigo Jour | 12,30 € |
|---|---|
| Café a meio da manhã | 4,51 € |
| Almoço num restaurante simples | 16 € |
| Jantar (metade de um jantar para dois) | 35 € |
| Uma entrada (Louvre) | 22 € |
| Total por pessoa | 89,81 € |
Exemplo para um adulto da UE, com os preços da tabela. Não inclui voo, hotel nem compras.
Vale a pena o Paris Museum Pass?
Para este roteiro, não. O passe de dois dias custa 85 € (quatro dias, 105 €) e as entradas pagas destes três dias, Louvre, Sainte-Chapelle, Orsay e Arco do Triunfo, somam 70 € para um adulto europeu. Começa a compensar quando se junta Versalhes nos mesmos dias. Para quem tem menos de 26 anos e é cidadão da UE, quase nunca compensa: muitas destas entradas já são gratuitas.
Que erros evitar em Paris?
- Ir ao Louvre à terça, ao Orsay ou a Versalhes à segunda: estão fechados.
- Comprar bilhetes avulsos para um dia cheio de metro. À quinta viagem, o Navigo Jour (12,30 €) já sai mais barato.
- Usar o bilhete normal para o aeroporto. Não serve: o de Orly e Charles de Gaulle custa 14 €.
- Esquecer o cartão de cidadão. Desde janeiro de 2026, o Louvre e vários monumentos cobram mais a quem é de fora do Espaço Económico Europeu, e é o cartão que prova a idade nas entradas gratuitas até aos 26 anos.
- Contar comprar à porta os bilhetes das torres de Notre-Dame: só se vendem online.
- Esquecer o primeiro domingo do mês. De novembro a março, a Sainte-Chapelle, o Arco do Triunfo e as torres de Notre-Dame são gratuitos nesse dia.
- Andar com o telemóvel no bolso de trás no metro e nos sítios mais turísticos.
Qual é a melhor altura para ir a Paris?
Abril a junho, setembro e outubro são os meses mais equilibrados: dias compridos, esplanadas abertas e menos gente do que no pico do verão. Em agosto muitos parisienses vão de férias e alguns restaurantes de bairro fecham as portas até setembro.
O outono tem a festa das vindimas de Montmartre, em outubro, e a partir de novembro acendem-se as luzes de Natal nos grandes armazéns do Boulevard Haussmann. Janeiro e fevereiro costumam ter os voos e os hotéis mais baratos do ano, e os museus mais vazios.
Perguntas frequentes
- Quantos dias são precisos para conhecer Paris?
- Três dias chegam para o essencial. Com quatro, junta-se Versalhes ou a Disneyland, que pedem um dia inteiro cada.
- Paris é mais cara do que Lisboa?
- No café e nas bebidas, bastante: um cappuccino custa em média 4,51 € contra 2,70 € em Lisboa, e uma imperial 7 € contra 3 €. Nas refeições simples a diferença quase desaparece: 16 € contra 15 €.
- Vale a pena subir à Torre Eiffel?
- Pela experiência, sim; pela vista, há alternativas. Do terraço do Arco do Triunfo e do terraço gratuito dos Galeries Lafayette vê-se a própria torre, coisa que lá de cima não acontece.
- Qual é o aeroporto de Paris mais perto do centro?
- Orly, a 14 km, ligado ao centro pela linha 14 do metro em cerca de 25 minutos. Charles de Gaulle fica a 25 km, com o RER B. Beauvais, usado por algumas companhias low cost, fica a 85 km.
- Preciso de passaporte para ir a Paris?
- Não. A cidadãos portugueses basta o cartão de cidadão válido, porque a França faz parte do espaço Schengen.
- Os restaurantes cobram a água?
- A água da torneira em jarro é gratuita. Paga-se só a água engarrafada.
Fontes e data dos preços
Todos os preços foram confirmados a 2 de outubro de 2026 nas páginas abaixo. As médias de restaurantes e cafés vêm do Numbeo, que junta preços enviados por quem lá vive e viaja.
- Île-de-France Mobilités: bilhetes e tarifas de 2026
- Paris Aéroport: transportes públicos para Orly
- Paris Aéroport: transportes públicos para Charles de Gaulle
- Musée du Louvre: horários e bilhetes
- Tour Eiffel: preços e horários
- Tour Eiffel: iluminação e cintilação
- Musée d’Orsay: visita
- Sainte-Chapelle: informação prática
- Arc de Triomphe: informação prática
- Torres de Notre-Dame: informação prática
- Château de Versailles: bilhetes e preços
- Paris Museum Pass
- Galeries Lafayette Haussmann: o terraço
- Bouillon Chartier
- Vedettes du Pont Neuf
- Numbeo: preços em Paris (atualizado a 2 de outubro de 2026)
- Numbeo: preços em Lisboa (atualizado a 2 de outubro de 2026)
Lisboa → Paris, ida e volta com hotel.
Se ainda não tem voo nem hotel, peça a cotação para as suas datas. Chega no WhatsApp em poucos minutos.
Estimativa do voo direto a partir de pesquisas de mercado recentes. O preço final, com hotel, é confirmado pelo consultor.
Fotografia: @chriskaridis / Unsplash