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Torre Eiffel e o rio Sena ao fim do dia

Paris em 3 dias: roteiro, onde comer e quanto custa

Três dias, três bairros e os preços de 2026 confirmados um a um. Um roteiro para quem chega de Lisboa ou do Porto e quer ver Paris sem passar o dia em filas.

Por Redação Traveltastic · Revisto a · 13 min de leitura

Voo e hotel para Paris

Fotografia: @chriskaridis / Unsplash

Em resumo. Em três dias vê-se o essencial de Paris: o Louvre e a Torre Eiffel no primeiro, a Île de la Cité e a margem esquerda no segundo, Montmartre e o Marais no terceiro. Sem voo nem hotel, conte com cerca de 90 € por pessoa e por dia, com uma entrada paga por dia e refeições simples (preços de outubro de 2026).

bilhete de metro, RER ou comboio em toda a região
2,55 €
Louvre para cidadãos da UE; 32 € para quem vem de fora
22 €
por pessoa e por dia, sem voo nem hotel (exemplo)
90 €
Neste guia: 10 secções
  1. Onde ficar
  2. Do aeroporto ao centro
  3. Roteiro de 3 dias
  4. Com mais um dia
  5. Onde comer
  6. Quanto custa
  7. Erros a evitar
  8. Quando ir
  9. Perguntas frequentes
  10. Fontes

Há uma forma de visitar Paris que cansa: atravessar a cidade três vezes por dia atrás de uma lista. E há outra, que é dar a cada dia um bairro e deixar que os monumentos venham por ordem. O Louvre e a Torre Eiffel ficam na mesma margem do rio e cabem num dia. A Île de la Cité, o Orsay e Saint-Germain cabem noutro. Montmartre e o Marais, no último.

Pelo caminho, as contas. Paris tem fama de cara e às vezes merece-a: um café custa mais 70% do que em Lisboa e uma imperial mais do dobro. Mas um almoço simples sai praticamente ao mesmo preço, as entradas dos grandes museus ficam abaixo dos 25 € e algumas das melhores vistas da cidade não custam nada.

Onde ficar em Paris pela primeira vez?

Dentro do anel do périphérique e nos bairros de número baixo. É aí que estão os monumentos e é aí que quase tudo se faz a pé ou com uma só linha de metro. Para uma primeira vez, estas são as zonas que melhor servem um roteiro de três dias.

  • Le Marais (3.º e 4.º bairros)

    Ruas estreitas, a Place des Vosges, galerias e restaurantes até tarde. Fica a pé de Notre-Dame e do Louvre. Os hotéis são pequenos, e os quartos também.

  • Saint-Germain e Quartier Latin (5.º e 6.º)

    A Paris dos cafés e das livrarias, junto ao Jardim do Luxemburgo. Mais calma à noite do que o Marais, com boa oferta de três e quatro estrelas.

  • Opéra e Grands Boulevards (9.º)

    Menos pitoresca, mas muito prática: grandes armazéns, teatros e a linha 14 do metro (Madeleine, Saint-Lazare), que leva ao aeroporto de Orly sem mudanças.

  • Gare du Nord e Gare de l’Est (10.º)

    Os preços descem e o RER B vai direto ao aeroporto Charles de Gaulle, mas a zona é menos agradável à noite. Serve para uma estadia curta.

Telhados de Paris com o Sacré-Cœur ao fundo
Os telhados de zinco de Paris e, ao fundo, o Sacré-Cœur no alto de Montmartre.Fotografia: Francisco Mamani (@impressed) / Unsplash

Como ir do aeroporto para o centro?

Depende do aeroporto, e nas companhias low cost pode calhar qualquer um dos três. Um aviso que poupa uma multa: o bilhete normal de metro não serve. Para Orly e Charles de Gaulle há um bilhete próprio, de 14 € por viagem em 2026, que se carrega no telemóvel ou no cartão Navigo Easy.

Do aeroporto ao centro de Paris em transportes públicos (2026)
AeroportoComoTempoPreço
Orly (14 km)Metro linha 14 até Châtelet, Pyramides, Madeleine ou Saint-Lazarecerca de 25 min14 €
Charles de Gaulle (25 km)RER B até Gare du Nord ou Châtelet; de madrugada, autocarros Noctilien até Gare de l’Estsem mudanças14 €
Beauvais (85 km)Autocarro do aeroporto até Porte Maillot, com bilhete no site do aeroportomais de 1 horaver no site

O autocarro direto Orlybus deixou de circular a 3 de março de 2025. Se alguém lhe disser para o apanhar, tem informação antiga.

O que fazer em Paris em 3 dias?

Os dias de fecho mandam na ordem: o Louvre fecha à terça e o Orsay à segunda. Encaixe o primeiro e o segundo dia à volta disso e o resto vem por si.

Dia 1

Louvre, Tulherias e a Torre Eiffel ao anoitecer

Ver o percurso no mapa
  1. Manhã

    O Louvre à hora de abrir

    Chegue antes das 9h com o bilhete de hora marcada e entre pela pirâmide de vidro que I. M. Pei desenhou em 1989. Lá dentro, faça o contrário da multidão: veja primeiro a Gioconda, que à abertura ainda tem pouca gente à frente, e depois afaste-se dela. Na ala Richelieu, os apartamentos de Napoleão III, todos em veludo vermelho e lustres, costumam estar bem mais calmos. Três horas chegam para uma primeira visita; mais do que isso, o museu ganha-lhe.

    Prático. 22 € para cidadãos da UE (32 € para quem vem de fora), grátis até aos 26 anos. Fecha à terça; quarta e sexta abre até às 21h.

  2. Tarde

    Das Tulherias ao Arco do Triunfo

    À saída, o Jardim das Tulherias leva-o em linha reta até à Place de la Concorde, a praça onde funcionou a guilhotina durante a Revolução. Daí sobem-se os Campos Elísios a pé, cerca de meia hora sem pressa. No fim, vale a pena subir os 284 degraus do Arco do Triunfo: do terraço vê-se a estrela de doze avenidas que Haussmann redesenhou e a Torre Eiffel ali ao lado, coisa que da própria torre não se consegue ver.

    Prático. 16 € de outubro a março; 22 € de abril a setembro (16 € à quarta). No inverno, aberto até às 22h30.

  3. Noite

    O Trocadéro e o brilho da torre

    Ao anoitecer, apanhe o metro até ao Trocadéro (linhas 6 e 9) e ponha-se na esplanada entre as duas alas do Palais de Chaillot. É a vista de postal, com a torre inteira à frente e o Sena por baixo. Depois de escurecer, a torre cintila durante cinco minutos no início de cada hora, até à meia-noite ou à uma, conforme a época. Se quiser subir, compre o bilhete online e suba já de noite: a cidade acesa vale a altura.

    Prático. Topo de elevador: 36,70 €. Até ao 2.º andar pelas escadas: 14,80 €.

Dia 2

Île de la Cité, o Orsay e o Sena

Ver o percurso no mapa
  1. Manhã

    Notre-Dame e a Sainte-Chapelle

    Comece pela ilha onde Paris nasceu. Notre-Dame reabriu em dezembro de 2024, mais de cinco anos depois do incêndio, e o interior de pedra clara surpreende quem a conhecia antes. A entrada na catedral é gratuita; as torres pagam-se à parte e só com reserva. A poucos minutos a pé, dentro do Palácio da Justiça, está a Sainte-Chapelle, que São Luís mandou construir para guardar a coroa de espinhos. Os vitrais do século XIII ocupam quase todas as paredes: vá numa manhã de sol, que é quando a capela se acende por dentro.

    Prático. Torres de Notre-Dame: 16 €, só online. Sainte-Chapelle: 16 € para cidadãos do Espaço Económico Europeu, 23 € com a Conciergerie. Controlo de segurança à entrada; chegue à hora marcada.

  2. Tarde

    O Orsay e um café em Saint-Germain

    Atravesse o rio pela Pont Neuf, a ponte mais antiga de Paris apesar do nome, e siga pelos cais até ao Orsay. O museu ocupa a estação construída para a Exposição Universal de 1900, e o relógio gigante da fachada ainda lá está. Os impressionistas estão no quinto piso, junto às costas desse relógio, de onde se vê Montmartre através dos ponteiros. Duas horas chegam. À saída, Saint-Germain-des-Prés fica a um quarto de hora a pé, para o café da tarde numa esplanada do boulevard.

    Prático. 16 € online, 14 € na bilheteira. Fecha à segunda; à quinta abre até às 21h45. O museu está em obras: confirme o acesso antes de ir.

  3. Noite

    Uma hora de barco no Sena

    Volte à ponta da Île de la Cité, à Square du Vert-Galant, de onde saem os barcos das Vedettes du Pont Neuf. Uma hora no rio ao cair da noite, com comentário em francês e inglês, é a melhor maneira de ver a cidade acesa sem cansar as pernas. Para jantar, as ruas à volta de Saint-Michel enchem-se de restaurantes com menus traduzidos em várias línguas; afaste-se duas ou três ruas da praça e a comida melhora.

    Prático. 15 € online, 17 € no cais.

Ponte Alexandre III iluminada ao anoitecer
A ponte Alexandre III ao anoitecer, entre os Campos Elísios e os Invalides.Fotografia: @ettocl / Unsplash

Dia 3

Montmartre de manhã, o Marais à tarde

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  1. Manhã

    Montmartre antes dos grupos

    Montmartre pede manhã cedo. Saia na estação Anvers e suba as escadas até ao Sacré-Cœur, com Paris inteira aos pés. Depois vire as costas à Place du Tertre, cheia de pintores à espera de clientes, e procure a rue de l’Abreuvoir, a casa cor-de-rosa da Maison Rose e a vinha do Clos Montmartre, que ainda dá vinho e tem festa das vindimas em outubro. É a parte que lembra a aldeia que Montmartre foi até ser anexada a Paris, em 1860.

    Prático. Basílica de entrada gratuita.

  2. Tarde

    O Marais a pé

    Desça de metro até Saint-Paul e entre no Marais. A Place des Vosges, inaugurada em 1612, é a praça planeada mais antiga de Paris: arcadas, tijolo vermelho e um jardim onde se almoça sentado na relva. No número 6 viveu Victor Hugo, e a casa é hoje um museu. Para um almoço tardio, a rue des Rosiers, no antigo bairro judeu, tem um falafel famoso para comer de pé; para o resto da tarde, o Museu Carnavalet conta a história de Paris.

    Prático. Maison de Victor Hugo e Carnavalet: coleções permanentes gratuitas.

  3. Noite

    Paris de cima e jantar num bouillon

    Antes de escurecer, suba ao terraço dos Galeries Lafayette, no 8.º andar, de entrada livre: a vista vai da Ópera Garnier, mesmo ao lado, até à torre. Para jantar, procure um bouillon. Eram as cantinas dos operários do século XIX, de caldo e prato do dia a preço baixo, e voltaram à moda. O Chartier dos Grands Boulevards abriu em 1896, conserva a sala de espelhos e madeira, não aceita reservas e os empregados ainda escrevem a conta na toalha de papel.

    Prático. Terraço: segunda a sábado 10h-20h, domingo 11h-20h; fecha com chuva ou vento forte. Chartier: todos os dias das 11h30 à meia-noite, pratos desde 7 €.

Voo direto de Lisboa para Paris: cerca de 2h30. Veja a estimativa do voo para as suas datas.

E se tiver mais um dia?

Com um quarto dia, saia de Paris. As duas escolhas clássicas ficam no fim de uma linha de RER e usam o bilhete normal de 2,55 €, porque desde 2025 ele vale para toda a região.

Versalhes

O RER C deixa-o na estação Versailles Château Rive Gauche, a poucos minutos do palácio. O bilhete Passport dá o palácio com hora marcada, os dois Trianons e os jardins, que pedem a tarde inteira. Evite a segunda-feira, dia de fecho do palácio.

Prático. Passport: 35 €. Com o Paris Museum Pass, reserva-se a hora sem pagar.

Disneyland Paris

Fica em Marne-la-Vallée, no fim do RER A, com a estação à porta dos parques. Os bilhetes têm preço por data e compram-se no site oficial; com crianças, chegue à abertura, que é quando as filas são menores.

Prático. Transporte: 2,55 € por viagem.

Onde comer bem e barato em Paris?

Em Paris come-se bem a todos os preços, e o truque para não gastar a mais é escolher onde se faz a refeição de sala. Ao almoço, muitos bistrôs servem a «formule», entrada e prato ou prato e sobremesa, por bem menos do que o mesmo jantar. Uma refeição num restaurante simples ronda os 16 €, praticamente o mesmo que em Lisboa; um jantar a dois num restaurante médio, sem vinho, anda pelos 70 €.

Duas regras da casa surpreendem quem vem de Portugal. A água da torneira em jarro é gratuita: peça «une carafe d’eau». E o serviço já vem incluído na conta, por isso a gorjeta é um arredondamento simpático e não uma obrigação. Ao balcão, o café custa menos do que sentado na esplanada.

Croissant e pain au chocolat
A boulangerie do bairro abre cedo e vende-os ainda mornos. Um pequeno-almoço de pé, ao balcão, por uma fração do preço do hotel.
Jambon-beurre
Meia baguete, fiambre e manteiga. É o almoço de dez minutos dos parisienses e o melhor teste a qualquer padaria.
Steak frites
O prato de bistrô por excelência. Diga «à point» se o quer rosado por dentro; «saignant» vem mal passado e «bien cuit» é bem passado, com o olhar desaprovador do empregado incluído.
Soupe à l’oignon
Cebola caramelizada em caldo, com pão e queijo gratinado por cima. Era a sopa da madrugada no antigo mercado de Les Halles e sabe melhor de outubro a março.
Galettes e crêpes
As galettes salgadas, de trigo-sarraceno, comem-se nas crêperies de Montparnasse, o bairro onde chegavam os comboios da Bretanha. As crêpes doces, de quiosque, comem-se a andar.
Falafel na rue des Rosiers
No antigo bairro judeu do Marais, em pão pita a transbordar. Uma das refeições mais baratas do centro e das mais concorridas.
Esplanada de um café parisiense com toldo vermelho
Esplanada de café: ao balcão, o café custa menos do que à mesa.Fotografia: @dustinbowdige / Unsplash
Croissant e café com leite numa mesa de madeira
Croissant de padaria, o pequeno-almoço que sai mais barato do que o do hotel.Fotografia: @dafidvor / Unsplash

Quanto custa uma viagem a Paris?

Num dia em Paris, o dinheiro vai mais depressa nos cafés e nas bebidas do que nas entradas. A tabela junta o que se paga neste roteiro, cada preço com a sua fonte, e a comparação com Lisboa mostra onde está a diferença.

Preços em Paris, 2026 (adulto). Verificados a 2 de outubro de 2026.
O quêPreçoFonte
Transportes
Bilhete de metro, RER ou comboio na região2,55 €Île-de-France Mobilités
Navigo Jour, ilimitado durante um dia (sem aeroportos)12,30 €Île-de-France Mobilités
Bilhete para Orly ou Charles de Gaulle14 €Île-de-France Mobilités
Cartão Navigo Easy, onde se carregam os bilhetes2 €Île-de-France Mobilités
Monumentos e museus
Louvre (cidadãos do Espaço Económico Europeu)22 €Musée du Louvre
Torre Eiffel, topo de elevador36,70 €Tour Eiffel
Torre Eiffel, 2.º andar pelas escadas14,80 €Tour Eiffel
Musée d’Orsay, bilhete online16 €Musée d’Orsay
Sainte-Chapelle (Espaço Económico Europeu)16 €Centre des monuments nationaux
Arco do Triunfo, outubro a março16 €Centre des monuments nationaux
Torres de Notre-Dame16 €Centre des monuments nationaux
Versalhes, bilhete Passport35 €Château de Versailles
Barco no Sena, uma hora, online15 €Vedettes du Pont Neuf
Comer e beber (médias)
Refeição num restaurante simples16 €Numbeo
Jantar para dois, restaurante médio, sem bebidas70 €Numbeo
Cappuccino4,51 €Numbeo
Imperial de 0,5 l7 €Numbeo

Paris ao lado de Lisboa

Médias do Numbeo para as duas cidades, atualizadas a 2 de outubro de 2026.
O quêParisLisboa
Cappuccino4,51 €2,70 €
Imperial de 0,5 l7 €3 €
Refeição num restaurante simples16 €15 €
Jantar para dois, restaurante médio70 €55 €

Um dia em Paris, por pessoa

Exemplo de gastos de um dia em Paris
Navigo Jour12,30 €
Café a meio da manhã4,51 €
Almoço num restaurante simples16 €
Jantar (metade de um jantar para dois)35 €
Uma entrada (Louvre)22 €
Total por pessoa89,81 €

Exemplo para um adulto da UE, com os preços da tabela. Não inclui voo, hotel nem compras.

Vale a pena o Paris Museum Pass?

Para este roteiro, não. O passe de dois dias custa 85 € (quatro dias, 105 €) e as entradas pagas destes três dias, Louvre, Sainte-Chapelle, Orsay e Arco do Triunfo, somam 70 € para um adulto europeu. Começa a compensar quando se junta Versalhes nos mesmos dias. Para quem tem menos de 26 anos e é cidadão da UE, quase nunca compensa: muitas destas entradas já são gratuitas.

Que erros evitar em Paris?

  • Ir ao Louvre à terça, ao Orsay ou a Versalhes à segunda: estão fechados.
  • Comprar bilhetes avulsos para um dia cheio de metro. À quinta viagem, o Navigo Jour (12,30 €) já sai mais barato.
  • Usar o bilhete normal para o aeroporto. Não serve: o de Orly e Charles de Gaulle custa 14 €.
  • Esquecer o cartão de cidadão. Desde janeiro de 2026, o Louvre e vários monumentos cobram mais a quem é de fora do Espaço Económico Europeu, e é o cartão que prova a idade nas entradas gratuitas até aos 26 anos.
  • Contar comprar à porta os bilhetes das torres de Notre-Dame: só se vendem online.
  • Esquecer o primeiro domingo do mês. De novembro a março, a Sainte-Chapelle, o Arco do Triunfo e as torres de Notre-Dame são gratuitos nesse dia.
  • Andar com o telemóvel no bolso de trás no metro e nos sítios mais turísticos.

Qual é a melhor altura para ir a Paris?

Abril a junho, setembro e outubro são os meses mais equilibrados: dias compridos, esplanadas abertas e menos gente do que no pico do verão. Em agosto muitos parisienses vão de férias e alguns restaurantes de bairro fecham as portas até setembro.

O outono tem a festa das vindimas de Montmartre, em outubro, e a partir de novembro acendem-se as luzes de Natal nos grandes armazéns do Boulevard Haussmann. Janeiro e fevereiro costumam ter os voos e os hotéis mais baratos do ano, e os museus mais vazios.

Perguntas frequentes

Quantos dias são precisos para conhecer Paris?
Três dias chegam para o essencial. Com quatro, junta-se Versalhes ou a Disneyland, que pedem um dia inteiro cada.
Paris é mais cara do que Lisboa?
No café e nas bebidas, bastante: um cappuccino custa em média 4,51 € contra 2,70 € em Lisboa, e uma imperial 7 € contra 3 €. Nas refeições simples a diferença quase desaparece: 16 € contra 15 €.
Vale a pena subir à Torre Eiffel?
Pela experiência, sim; pela vista, há alternativas. Do terraço do Arco do Triunfo e do terraço gratuito dos Galeries Lafayette vê-se a própria torre, coisa que lá de cima não acontece.
Qual é o aeroporto de Paris mais perto do centro?
Orly, a 14 km, ligado ao centro pela linha 14 do metro em cerca de 25 minutos. Charles de Gaulle fica a 25 km, com o RER B. Beauvais, usado por algumas companhias low cost, fica a 85 km.
Preciso de passaporte para ir a Paris?
Não. A cidadãos portugueses basta o cartão de cidadão válido, porque a França faz parte do espaço Schengen.
Os restaurantes cobram a água?
A água da torneira em jarro é gratuita. Paga-se só a água engarrafada.

Fontes e data dos preços

Todos os preços foram confirmados a 2 de outubro de 2026 nas páginas abaixo. As médias de restaurantes e cafés vêm do Numbeo, que junta preços enviados por quem lá vive e viaja.

Torre Eiffel e o rio Sena ao fim do dia

Lisboa → Paris, ida e volta com hotel.

Se ainda não tem voo nem hotel, peça a cotação para as suas datas. Chega no WhatsApp em poucos minutos.

Voo desde…

por pessoa, ida e volta

Estimativa do voo direto a partir de pesquisas de mercado recentes. O preço final, com hotel, é confirmado pelo consultor.

Fotografia: @chriskaridis / Unsplash

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